terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A hiena anti-Benfica

O JUIZ SEM A TOGA

Tentaram comprá-lo
- Não. Mas quando discordei publicamente da integração da arbitragem na Liga de Clubes, o director executivo, José Guilherme Aguiar, teve uma conversa comigo, muito curiosa, no seu gabinete, a 2 de Dezembro de 1996, em que contou o seguinte: quando era vice-presidente do FC Porto disse um dia ao Paulo Futre que ou cumpria as regras ou não podia jogar naquele clube. "E olhe que o Futre era a estrela da companhia", rematou. Percebi o recado: ou me calava ou me punham à margem.
- Foi posto à margem?
- Não. Calei-me. E no ano seguinte até fui o primeiro.



Jorge Coroado É e SEMPRE FOI adepto/simpatizante/sócio do belenenses.

Aliás, essa é a razão que explica a inveja é o ódio que nos tem.



Não faço ideia do que diz o Coroado, porque infelizmente já estou vacinado por mais de uma década de escândalos da responsabilidade desse senhor em jogos do Benfica.
Mas pelo que dizem, o senhor entendido advoga que o lance do Petit é penalti... penalti? Nem o jogador que supostamente teria sofrido a falta se recorda!!!!!!


E o lance do Nuno Gomes não é? Então podiam sacar-lhe a perna fora que não havia problema desde que a bola fosse jogada? Ainda por cima quem o diz é o árbitro que num lance em tudo semelhante fez uma análise exactamente ao contrário, apenas porque o clube em causa era o Sporting e não o Benfica?




Árbitros?!
Se eles não fossem “importantes” o FCP não os corrompia, como mostram as escutas do Apito Dourado!
Para quê gastar dinheiro com eles, se eles não conseguissem influenciar os resultados dos jogos?

Quanto à visita de Augusto Duarte a sua casa, Pinto da Costa refere que foi António Araújo quem lhe apareceu lá com o árbitro, e que a visita até foi inconveniente pois tinha a sua esposa (então, Carolina Salgado) doente. O presidente portista afirma que conhece Augusto Duarte desde o início da carreira deste e que conhece também o seu pai, um ex-árbitro. Pinto da Costa alega que "nunca antes tinha privado com ele, para além dos contactos normais no âmbito dos jogos".Relativamente ao jogo Beira-Mar-FC Porto, diz que os dragões não tinham qualquer interesse "em pedir favorecimentos a um árbitro, muito menos num jogo com o último classificado, até porque a equipa jogou em grande parte com as reservas, com vista a poupar os jogadores para o jogo que se avizinhava, a meia-final da Champions League".

O JUIZ SEM A TOGA


«O último cartão», de Jorge Coroado, é um convite a saber o que um árbitro pode passar ao longo da sua carreira. Os «apertos», os «convites», as «propostas», os «erros» revelados pelo ex-árbitro convidam a perder algum tempo com este livro escrito em conjunto com o jornalista Jorge Baptista.
De todas as histórias contadas no livro, e são muitas, Jorge Coroado destaca uma. A célebre «azia» com que o árbitro ficou depois do encontro entre o Desportivo de Chaves e o Sporting (2-2) de 1999. Agora, em livro, Coroado admite ter recorrido «à lei das compensações» para resolver o jogo que até ao fim foi complicado. Tal como conta, o jornalista Valdemar Duarte ligou-lhe no dia seguinte para lhe perguntar como se sentia. «Estou com uma grande azia», respondeu o árbitro então.
Neste livro, Jorge Coroado fala abertamente de erros que cometeu, mas também de decisões acertadas que tomou e que também foram contestadas. Conta ameaças de morte que sofreu, do cachecol do Chelsea que recebeu um dia após a eliminação da equipa inglesa da Taça das Taças. Coroado revela que 1986 foi um ano que nunca esquecerá devido a ter subido à primeira categoria e é precisamente aí que começa a contar «histórias soltas», que mete cheques, mobiliário, e das várias situações que passou com muita GNR à mistura.
Jorge Coroado fala aqui também da «zanga com o Major», quando foi chamado de «ladrão» por Sousa Cintra, ou quando se sentiu «apunhalado pelas costas» e que talvez por isso perdeu a fase final do Mundial 98. São várias histórias, mas Coroado não deixa de falar também da opção porque quis ser árbitro e passou por temas quentes como o Apito Dourado. O ex-árbitro fala das prendas e mordomias, aponta uma solução para a arbitragem e termina esta viagem como existe no futebol actualmente. Como comentador.

O JUIZ SEM A TOGA

No livro, pode ver-se Coroado como ele é: egocêntrico ao ponto de quase parecer desequilibrado, mas ao mesmo tempo desassombrado e honesto, sem qualquer sentimento corporativo de defesa de classe ou instinto político virado para o tráfico de influências. A maior prova encontra-se logo no ano em que subiu a internacional (1990), quando recusou participar numa homenagem a Lourenço Pinto, então presidente da Comissão de Arbitragem, por nela encontrar resquícios de um condenável "beija-mão".
"De cardeais Richelieu já tenho a minha conta", disse então o homem que, já depois de abandonar os relvados, reagiu com um "Não sei quem é" à notícia de um processo que lhe tinha sido movido pelo ex-colega Vítor Pereira ou que provocou o seu próprio veto para dirigente dos árbitros com mais uma provocação aos poderes instituídos: "No futebol português há majores, mas há muitos com vontade de serem promovidos a coronéis sem jagunços".
Por estas e por outras mostras de radicalismo - como as cenas de pancadaria protagonizadas em Julho com o árbitro Paulo Costa, no funeral do ex-árbitro Vítor Correia -, este confesso adepto do Belenenses, onde chegou a praticar atletismo, ainda hoje divide os adeptos de futebol em Portugal. E não admira que assim seja. Findo o seu último jogo, perguntaram-lhe o que ia fazer a seguir. Coroado disse que talvez tentasse tirar um curso de Direito. "Assim, da próxima vez que me chamarem aldrabão, serei um aldrabão licenciado". Mas nunca consensual.


Que a promiscuidade entre o FC Porto e os árbitros é UMA REALIDADE, não é preciso provar nada, ESTÁ PROVADO!
E para não ir para além daquilo que já disse aqui, refiro-me apenas e só às questões:
- Viagens pagas aos árbitros para férias no Brasil - QUEM NEGA?
- Conversa telefónica transcrita no Expresso e vários jornais da época em que o José Guímaro pedia ao Reinaldo Teles os "quinhentinhos" entre outras coisas - QUEM NEGA?
- O José Guímaro foi preso, ficou TUDO provado e o Reinaldo Teles continuou cá fora
- QUEM NEGA?
- Relatórios de árbitros com expulsões, agressões ao próprio árbitro, ameaças, etc ... que TODOS nós víamos na Televisão e eram pura e simplesmente ignorados nos relatórios. Em tudo isto o FCPorto está metido e provados os propósitos corruptos. QUEM NEGA?
Ontem na TVI o Miguel Sousa Tavares dizia que parece que era só com um ou dois árbitros e se assim fosse nem era grave. Só me deu vontade de rir pelo ridículo. É ... mas se fosse pedofilia com um ou dois já era grave! Há com cada um ... O SISTEMA, não são os penaltys que ficam por marcar ou se marcam de propósito, não são (mas também são) ... o SISTEMA é exactamente toda esta máquina montada por trás, de benesses, de promiscuidade (se o Rui Rio dissesse tudo....), de favores para serem ou não serem castigados ou atenuadas penas, de prendas, de nomeações da arbitragem e não sorteio, de observações e classificações das arbitragens, as avenças dos jornalistas, etc. etc. etc...Aquilo que o Renato (Bená) refere, é verdade, eu lembro-me, e até vinham os nomes dos árbitros, preto no branco. Depois vieram com aquela desculpa que eles eram casados e ... abafaram. Como abafaram as histórias da "Paula" com jogadores do FCPorto nos "Donos da Bola" na SIC, e as "passeatas à noite na praia" do Oliveirinha com jogadores da Selecção.



por Karlos